Top 5: Filmes Antigos da Turma da Mônica
1) Chico Bento em Óia a Onça
2) A Estrelinha Mágica
3) A Princesa e o Robô
4) O Bicho Papão
5) Mônica e a Sereia do Rio
1) Chico Bento em Óia a Onça
2) A Estrelinha Mágica
3) A Princesa e o Robô
4) O Bicho Papão
5) Mônica e a Sereia do Rio
| Assunto: Top Five
Pessoar, como vocês podem ter reparado, anda difícil eu tirar um tempinho para escrever por aqui. A verdade é que ando pensando em trazer umas mudanças para este nobre espaço. Em seu começo, o DPL! era um lugar para eu publicar crônicas, escrever horrores sobre qualquer coisa que desse na telha. Infelizmente depois que a gente tem um trabalho e passa o dia inteiro escrevendo, fica difícil ter cabeça e tempo para pôr algo aqui. Para terem uma ideia, nem terminei a lista dos melhores discos do ano passado!!
Minha ideia agora é trazer por aqui algo que faço no meu Twitter. Comentar uma notícia, indicar uns vídeos. Também continuo com as crônicas, mas não quero nenhuma responsabilidade de TER de publicá-las.
Também vou criar umas seções fixas. Uma que já vou começar a publicar é o Top Five - tirada da coluna TV sem TV, do Estadão. São cinco vídeos temáticos que bolo toda semana, geralmente de acordo com algo que marcou os últimos 7 dias. Tenho quase 2 anos de arquivos para soltar por aqui.
Bem, é isso. Estava devendo uma explicação para os senhores.

O nascimento da 'geração Lost'*
(Há 5 anos, TV brasileira exibia o fim da série Friends, ao mesmo tempo em que começava a surgir um novo jeito de assistir televisão)
* Especial para o Link
| Assunto: Jornal
Lembram que eu fiquei de falar com o Matheus Souza, diretor de Apenas o Fim, sobre a minha teoria de três posts abaixo? Então, ele respondeu por e-mail - mas com o devido cuidado, claro!
Adorei seu texto sobre o filme, rapaz. Também sou fã do não-dito.
Por isso mesmo, não sei se te revelo se sua teoria faz sentido ou não. O que faço?
Abraços,
Matheus.
***
Ah, apenas fala se faz sentido ou não
abs!
G.
***
Faz muito sentido!
Abração!
| Assunto: Cinema

Pirava jogando Moonwalker no Mega Drive, queria ter a jaqueta vermelha de Thriller e ficava acordado até tarde para ver seus clipes estrearem no Fantástico - fiquei louco quando vi ele se metamorfosear na pantera de Remember the Time, da mesma maneira que quase tive um ataque epilético ao visualizar o uso pioneiro do efeito morphing, de Black or White.
Mas de MJ eu recordo com carinho de um episódios d' Os Simpsons. No episódio Papai Muito Louco, Homer vai parar em um hospício. Seu colega Leon Kompowsky dizia ser o Rei do Pop, mas ninguém acreditava. MJ fez as vozes do grandalhão e ajuda Bart a dar um presente de aniversário inesquecível para Lisa: a bela canção Lisa It's Your Birthday.
Esse era fodão!
| Assunto: Música
Tá meio duro se dedicar a esta nobre banda, então deixo com vocês três entrevistas que fiz na semana passada. Uma para o Estadon (A.J. Buckley, da foto) e duas para o Virgula (Stefhany e Inri Cristo).
Inté!
- Geek e louco por Guitar Hero
(O ator A.J.Buckley revela que tem muito em comum com o seu Adam Ross, de 'CSI: NY')
- Stefhany: 'Não manjo nada de internet, nem sei o que é esse tal de Twitter'
- Inri Cristo: 'A internet é algo divino'
| Assunto: Jornal
Gosto muito do não-dito em um filme. Gosto de finais sem explicações, que deixam infinitas perguntas no ar. O que será que Charlotte disse ao Bob em Encontros e Desencontros? Será que Jesse e Celine, num dos finais mais bonitos do cinema moderno, terminam juntos em Antes do Pôr do Sol? Ninguém sabe.
Filmes que trazem o não-dito têm um lugar especial no meu HD afetivo. Ontem coloquei mais um nesse limitado espaço: Apenas o Fim, do estreante Matheus Souza, de apenas 20 anos. Para quem acha que filme brasileiro se resume apenas a dramas eróticos no nordeste ou às comédias agridoces da Globo Filmes (não chega a ser uma mentira, convenhamos), vale muito dar uma olhadela na película . Ela não está no circuito nacional; aqui em SP está sendo exibida em poucos lugares, enfim, uma pena. Que saia logo em DVD ou alguma alma caridosa a jogue na web.
Para mim, esse é o primeiro filme nacional que fala diretamente com a geração atual - se estiver errado, peço desculpas pela minha ignorância cinematográfica. Eu me encontrei em cada linha do roteiro de Matheus, um pirralho que tem um texto mezzo Kevin Smith mezzo Diablo Cody. No longa inteiro ele nos fornece diálogos inspiradíssimos, cheios de referências nerds e culturais (para fãs de games é um deleite).
Em Apenas o Fim rola o não-dito. Algo irônico, já que o casal do filme, que passa sua última hora juntos antes do término anunciado, conversa sobre tudo e sobre o nada em 60 minutos.
[Antes de dizer qual seria esse não dito, aviso que vou falar de uma cena em especial. Quem não quiser saber qual é, não leia a partir da próxima linha.]
Num determinado momento, antes de partir para um lugar desconhecido e largar o namorado, a menina (Erika Mader) diz para ele imaginar a última música de seu CD favorito, pois é assim que ela estará se sentindo. Matheus não diz qual seria essa música ou álbum, mas fecha o longa com Pois É, dos Los Hermanos. Essa é a penúltima música de 4, o que não é a resposta, obviamente.
Mas acredito que seja um caminho.
Na minha teoria sobre esse não dito, o fato de ele pôr LH para fechar o longa é uma dica. Talvez essa seja a sua banda favorita, o que casa bem com o perfil do puquiano carioca alternativo Tom, vivido por Gregório Duvivier. Ao fazer essa suposição, lembrei da canção que fecha Bloco do Eu Sozinho, o melhor disco dos barbudos: a belíssima Adeus Você.
Enquanto pagava o ticket do estacionamento do shopping, saquei o iPod e selecionei essa faixa. E fui ouvindo até o caminho de casa os seguintes versos:
Adeus você
Eu hoje vou pro lado de lá
Eu tô levando tudo de mim
Que é pra não ter razão pra chorar
Vê se te alimenta
E não pensa que eu fui por não te amar
Cuida do teu
Pra que ninguém te jogue no chão
Procure dividir-se em alguém
Procure-me em qualquer confusão
Levanta e te sustenta
E não pensa que eu fui por não te amar
Quero ver você maior, meu bem
Pra que minha vida siga adiante
Achei incrível essa hipótese. Vou tentar procurar o Matheus e perguntar qual seria o CD predileto de Tom e o que acha de minha teoria. Confesso que não quero que ele diga se estou certo nem nada do tipo.
É o não-dito que tanto me fascina.
| Assunto: Cinema
Nerds S.A.| Assunto: Jornal

Vai aí um murro de efeito CQC?
(Conheça os cérebros que arquitetam aquelas brincadeiras visuais no programa da Band)
- A pisada na bola é dos outros
(O Estado passou um dia na companhia da turma que faz do futebol uma piada)
- Pode preparar o seu gogó
(Inédita no País, 'Glee' é uma comédia meio 'Moulin Rouge', meio 'High School Musical')
| Assunto: Jornal

"A primeira vez em que a gente é mandado para fora da sala de aula é algo inesquecível".
Estava dando uma lida agora pouco na linda edição especial que a escritora Ruth Rocha ganhou do Estadinho, pelas mãos da Caramico, em razão dos seus 40 anos de carreira.
| Assunto: Crônica, Literatura
A Entrevista de Sábado desta vez, que está sendo publicado, para variar, numa segunda-feira, é com os meninos da Badalhoca (já que agora eles estão na MTV, preciso dizer essa apresentação clichê hehe).| Assunto: Entrevista de Sábado, humor
Em tempos em que blogueiro só se preocupa em republicar, retwittar e re-sei-lá-mais-o-quê, é muito bacana conhecer gente nova que se dedica aos verdadeiros blogs moleques, que jogam para a frente, sem três zagueiros e três volantes.
É o caso da Myka Doorks, de 17 anos (mesma idade que comecei a blogar). A atriz escreve belas crônicas no Letra Cereja e vale o clique.
Bem-vinda, nova comparsa! =)
| Assunto: Crônica

É bem difícil encontrar escritores que saibam falar sobre o universo jovem sem cair naquelas de falsos moralismos ou piadas chulas. Achar um material nessa pegada em seriados e filmes é bem complicado.
Das séries de TV para teenagers, uma que eu gostei muito foi Popular. Estavam ali os dramas e os quiproquós da adolescência de um jeito natural, sem muito melodrama, caindo até um pouco para o humor. Os personagens eram ótimos e a maioria dos atores não era pessoas de 30 anos nos papeis de pessoas de 17, sabe?
Ryan Murphy, mais conhecido por Nip/Tuck, foi o criador de Popular. Ele retorna agora ao universo adolescente com Glee, nova comédia da Fox americana para setembro. Seu piloto de 1 hora entrou no ar logo depois da final do último American Idol e deixou uma ótima impressão. Mas antes de eu falar sobre a trama, peço para que os preconceituosos ignorem a sinopse meio High School Musical, tá?
A história se passa dentro de um colégio americano, com todos aqueles personagens que sabemos de cor e salteado. O professor de espanhol assume a coordenação do Glee Club, tipo um coral com musical da escola. O clube não tem verba, é largado às traças. Mas o profe, que fez parte do Glee quando estudante, quer ressuscitá-lo contra tudo e todos e deixá-lo apto para a disputa do Campeonato Regional de Glees.
Entre os alunos que aceitam participar do desafio estão uma cantora filha de dois gays que se acha estrela, um guitarrista cadeirante (!), uma japa lésbica, uma negona meio Areta Franklin e um afetado. Fecha o pacote o quarterback da escola, que vai sofrear uma pressão básica por gostar mais de dar um agudinho do que arremessar aquela bola oval.
Quem assiste Nip/Tuck sabe que Murphy tem um humor ácido da poxa. Então a impressão inicial é que estamos diante de algo que Tina Fey poderia ter feito, um Meninas Malvadas para a televisão. Exemplo: a líder das cheerleaders também preside o Clube do Celibato. As referências à cultura jovem atual também são ótimas. Exemplo: a ótima protagonista, que se acha, exibe vídeos de suas cantorias no MySpace.
Os atores também são bons, em especial os estudantes, que têm um timing de humor bem legal. Mas o destaque mesmo é a trilha sonora, que mistura clássicos dos musicais, como Mr. Cellophane, de Chicago, e You're The One That I Want, do Grease, com os hits radiofônicos I Kissed a Girl, de Katy Perry, e Rehab, da nossa barraqueira predileta Amy Winehouse.
Além do mais, Glee é uma delícia para quem curte musicais. Sempre há a expectativa de alguém vai sair por aí soltando um falsete ou começando a sapatear pelo corredor da escola.
Minhas expectativas sobre o seriado são as melhores, apesar da curiosidade em saber como que a história vai rolar durante a temporada. O piloto tem uma puta produção e põe de uma vez só todas as boas cartas da série - o que me deixa um pouco apreensivo para que os episódios não soem repetidos e, futuramente, enfadonhos.
Assistam ao vídeo abaixo e confiram vocês mesmos se Glee não vale fácil o download.
| Assunto: TV
O pessoal da AXN está com a promoção Connection em seu site: eles vão dar uma viagem com direito a três acompanhantes para a Costa Rica àquela pessoa que enviar o melhor vídeo contando a sua teoria sobre Lost.
Para ajudar na divulgação da promoção, alguns jornalistas que cobrem seriados foram convidados para teorizarem um pouco sobre o universo de J.J. Abrams.
Ignorem a cara de sono.
PS: Sim, ali atrás é um Wii, um PS2 e uma guitarra do Guitar Hero. Nerd!
| Assunto: TV

Uma das coisas mais curiosas da web 2.0 é como você passa a fazer parte da vida de uma pessoa que não conhece. Vou dar um exemplo: o leitor deste blog, que tiver interesse em saber o que eu leio, escuto, assisto e afins, poderá fazê-lo. Seja por meio daqui ou de meu Twitter, do meu Flickr, Blip.fm, etc. Não sou o Gustavo Miller, mas o @gustavomiller. Sigo várias pessoas na internet desta forma. Nunca os vi pessoalmente, mas os considero próximos; tenho que tê-los por perto, sabe?
Fiz esse páragrafo para dizer a vocês qual era o meu relacionamento com o jornalista Marcelo Nobrega, do excelente blog Futuro.vc. Conheci-o numa viagem à trabalho em 2007. Excelente profissional e pessoa. Lembro que foi dele o primeiro iPhone que senti em mãos. Nunca mais o vi desde tal viagem, mas a impressão é que ele era alguém com quem eu conversava toda a semana.
Era leitor assíduo do seu blog, lia o seu Twitter e sempre via as belas fotos de seu Flickr (como a que ilustra este post). Tinha-o como amigo no Facebook e por algumas vezes vi seu nome aparecer na minha lista do Gtalk com a bolinha verde. Nunca puxei papo com ele, veja só. E estou com o coração apertado por não tê-lo feito.
Ele faleceu hoje, de uma morte besta, daquelas que revolta. Infarto fulminante, enquanto dormia. Rapaz novo, não faz sentido, parece que não é verdade. E já sinto a sua falta como se um grande amigo meu, daqueles de colégio mesmo, tivesse partido.
Sou um grande defensor de como a internet é algo humano. Eu tinha vários exemplos para confirmar essa tese, mas a notícia da morte do Marcelo é a maior prova, sem dúvida.
Vai com Deus, cara.
| Assunto: Crônica, Tecnologia
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