22 de ago de 2008

Nossa são atletas são barangas?

Estamos quase no fim da Olimpíada e continuo atrás da minha musa brasileira. Cara, esse ano o negócio tá bravo: não tem uma esportista gatinha, jeitosinha...

O vôlei, que geralmente é um ótimo celeiro de musas, está mals. O time é ótimo, acho que pega o ouro, mas é duro ver as partidas apenas porque elas são boas - no sentido profissional. Pessoal fala muito da Mari, mas sei lá, não curto aquele jeito machão dela.

A Ana Paula, do vôlei de praia, não me atrai. Nunca vi nada nela. Quando ela jogava pela seleção feminina, sempre preferi a Leila ou a Fernanda Venturini. E hoje ela está muito marombada, com uns gominhos no abdômenl. Sei lá, tem quem curte essas paradas.

A Mariana Brochado, forte candidata a dona do meu coraçãozinho, nem participou. Aquelas gêmeas do nado sincronizado, que tem jeitão de blé, deram uma de Kournikova e largaram o esporte.

Mas se o negócio não está bom por essas bandas, lá fora a fonte é inesgotável. A Isinbayeva realmente é impressionante (e simpática, o que é pior), mas eu prefiro focar meu olhar naquelas que pouca gente comenta. E a minha escolha é a nadadora australiana Stephanie Rice, de apenas 19 anos. Além de bonitinha e competente (ganhou umas par de medalha de ouro), também é um exemplo de que mulher na natação não precisa ter um corpo de Dolph Lundgren.

Tanto que na Austrália ela fez propaganda de lingerie e já posou na FHM, uma espécie de VIP da Oceania.

E também já se ferrou antes dos Jogos por colocar umas fotos suas de bisca no Fakebook, saca só:



Por isso que eu AMO a internet.

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