30 de set de 2008

No Estadinhon

Família blogueira

Enquanto se ajeitava na poltrona para conversar com o Estadinho, Gabriel Pandini, de 8 anos, teve um momento que não foi lá muito educado com sua mãe, a jornalista Alessandra Alves. Chateada, ela ameaçou deixá-lo de castigo. Mas ele não iria ficar sem sobremesa por alguns dias ou videogame por uma semana. A bronca veio assim: “Se você não se comportar eu tiro seu link do meu blog, hein!” Gabriel ficou quietinho.

Nesses tais tempos modernos, a moda agora é que as crianças criem blogs porque seus familiares, vejam só, são blogueiros! É aquela velha história: a criançada vê alguém mais velho fazendo algo legal e diferente e fica com aquela vontade de ser igual, “virar adulto”. Aqui, o caso é também ter blog.

Gabriel, por exemplo, montou o seu Saco de Batatas porque seus pais são apaixonados por automobilismo e blogam sobre esse tema. E adivinhem sobre o que é o blog dele?
O pequeno blogueiro escreve principalmente sobre Fórmula 1 e pilotos antigos da categoria. Os pais o ajudam, dando dicas de leitura e comentando no site, mas Gabriel gosta de se virar sozinho, caçando informações na internet. E adivinhem o que ele quer fazer quando crescer? “Escrever sobre carros. Já tenho até leitor de Portugal”, orgulha-se.


Só futebol
Gustavo Altman, de 10 anos, admite: criou o seu blog por influência do pai, o jornalista Fábio Altman. “Eu via ele escrevendo e ficava com vontade”, ri. Assim como o paizão, Gustavo escreve sobre futebol. No Redonda ele resume notícias de sites de esporte (“criança não gosta de ler muito”) e adora escrever suas matérias, como a que fez quando o seu querido Corinthians foi rebaixado. “Se não der certo como atleta, quero escrever sobre futebol”, revela.

Para rir
Gabriel Naressi, de 11 anos, seu blog www.mundotosco.com.br é um futuro negócio. Acredite: apesar de tão novo, ele já quer ganhar dinheiro com o site. “Sempre vou na escola com a camisa do meu blog para fazer um jabá para os nerds e para ‘os não fazem nada’”, brinca. No Mundo Tosco ele publica fotos engraçadas e piadas. Gabriel criou um blog porque seu irmão mais velho tem um. E é ele quem o ajuda a vender espaços publicitários na página. “Ganhei R$ 4 até agora!”

O leitor é quem manda
Catarina Catta Preta, de 10 anos, criou o seu blog sozinha e já é uma blogueira preocupada com os leitores. No 5º Ano CSA há muitas pesquisas feitas por ela, perguntas como: quais são os cantores preferidos dos leitores, o time que torcem.... Mas de seus pais, não aceita pitacos. A mãe pede para ela diminuir as gírias e o pai, o blogueiro Zander Catta Preta, que não deixe tantas músicas no blog. “É um blog para mim e sobre mim”, explica , com personalidade.

Vô blogueiro
Pedro Henry Boechat de Aguiar, de 7 anos, não quis ter um blog apenas porque sua mãe Catherine é blogueira. Em sua casa, até o vovô Georges Henry, de 89 anos (!) tem blog. “Gosto de contar o que acontece no meu dia e do que gosto de fazer, como ver desenhos do Scooby Doo”, diz o autor de Turma do Pedro.
Pedro faz tudo sozinho: põe imagens do Google e vídeos do YouTube. Sua maior fã é a mãe. “Ela me dá uma baita força!”, elogia.

*AJUDA DOS PAIS É BEM-VINDA*
É bem bacana quando os pais ajudam seus filhos a criar um blog. Melhor ainda é se eles o ajudam depois. Uma dica legal: ler os textos e até corrigi-los, caso haja erros de português ou informação errada. Só não pode cobrar, como exigir que se escreva com muita freqüência ou sobre assunto “x”. Afinal, o blog deve ser uma diversão, não obrigação.

28 de set de 2008

A porta

Passei este final de semana em Sorocaba e tomei um susto assim que cheguei em casa. Meu pai, com a mão direita enfaixada. O dedinho e o anular presos em uma tala. Minha mãe, com um baita hematoma no braço direito. Meu irmão, com o olho inchado, como se tivesse levado um murro.

Somei: mão enfaixada + braço roxo + olho esmurrado = quebra pau.

- É... Aconteceu algo aqui em casa e vocês não querem me contar?, perguntei

Minha mãe enfiou o último pedaço de sanduíche na boca e respondeu, enquanto punha os lábios no copo de suco:

- Foi a porta do carro

Meu pai foi na padaria. Deixou o carro justamente na vaga mais chata, que fica numa rampa. Assim que estacionou, abriu a porta para sair. Enquanto se apoiava no coche para levantar seu corpanzil, a porta voltou e prendeu seus dois dedos da mão direita.

Meu irmão foi parar o carro na garagem de casa, que tem uma rampa. São três automóveis aqui, e na parte plana só cabem dois. O último fica na rampa. Assim que ele estacionou, na rampa, num dia chuvoso, abriu a porta para sair. Enquanto tirou o cinto e punha a cabeça para fora do coche, a porta voltou e pegou em cheio seu olho.

Minha mãe também foi parar o carro na garagem de casa. Na rampa. Parece que não estava chovendo, mas, assim que estacionou, cheio de sacolas dentro do automóvel, abriu a porta para sair. Enquanto estava com a metade esquerda do corpo para fora e a metade da direita dentro do coche para pegar as sacolas, a porta voltou. Ela estava saindo por inteira e tentou se proteger, mas a porta pegou em cheio o seu braço direito.

Tipo, cês engoliram isso?

26 de set de 2008

O buraco negro do futebol brasileiro

Hoje não consigo mais ver futebol brasileiro. Acho feio, mal jogado, cheio de não-me-toques, com jogadores medíocres. Nem as partidas do meu glorioso tricolor paulista me animam.

Mas curiosamente me animo com notícias sobre os bastidores do mesmo. E recomendo fortemente a série O Buraco Negro do Futebol, que a ESPN Brasil vem exibindo nos últimos dias (até o dia 3/10) no SportsCenter. São 11 reportagens de Fernando Gavini que mostram a realidade financeira de 14 times nacionais. Desses, apenas quatro tiveram lucro no ano passado.

Achei legal porque ele mostra que tá todo mundo quebrado e ferrado, gastando mais do que ganha. Outro destaque é a tática de reavaliar a cada ano o seu patrimônio, uma tática legal usada para maquiar a verdadeira situação financeira dos clubes. O Grêmio, atual líder do campeonato, na verdade está devendo para deus e o mundo, por exemplo.

Do cacete.

Se você não consegue pegar o SportsCenter ao vivo, ou suas reprises, dá para conferir o que está rolando aqui.

23 de set de 2008

No Estadon

(Série sobre migrante que é engolida por São Paulo tem a megalópole como personagem principal)

- Brothers & Sisters
(Os segredos, melodramas e chororôs da família Walker estão de volta)

+ Coluna TV sem TV

22 de set de 2008

Eles voltaram


Vi agora esse bonitinho vídeo em que Marcelo Camelo e Mallu Magalhães cantam juntos a música Janta (do CD solo dele, Sou), durante um show em Recife, na última sexta-feira.

Fiquei arrepiado. No sentido de ficar com medo, pois os insuportáveis fãs de Los Hermanos voltaram. E eu ODEIO os frenéticos fãs dos Los Hermanos. Fui três vezes assistir shows da banda, mas acabei conferindo o showzinho do público, extasiado, que berrava, chorava, jogava serpentina em você...

Quem já foi num show deles sabe do que tô falando.

Mas, enfim, reparem no tempo 0:47, quando Camelo vai encostar os lábios no microfone. Nem dá para ouvir a voz dele, só dá para escutar a galera (feminina) gritando e berrando a letra.

Aí você pensa: "Puts, o show do Camelo é mó instimista, banquinho e violão, nem vai dar para escutá-lo".

É...

Tá ferrado, Camelo. Bem que você tentou fugir disso com essa carreira solo, como disse para a Folha no começo do mês:

["Quando você faz uma música muito distante do que você é, quando tem que evocar um espírito muito distante de você, enfim, se for um ritual de transformação muito radical, é pesado de se fazer como um ofício. Para mim, era muito pesado gritar, ter que me munir de um espírito, ter que me transformar a cada noite, diz, referindo-se aos shows da banda"
.

"Eu comecei a fazer e a querer apresentar umas músicas que fossem mais parecidas com o que sou em casa, num estado mais relaxado, para poder fazer disso um ofício", diz ele, que inicia turnê em Recife, no dia 19.]

Resumindo:no primeiro show o cara já se ferrou hehe.

Mas há esperança.

Na parte em que Mallu canta, em inglês, não se ouve um pio. Será que os letrados e cultos fãs de Los Hermanos não sabem o idioma de Shakespeare?

Deve ser. Vai ver é por isso que o Amarante agora só canta em inglês numa banda chamada "pequena alegria".
"Mas pode chamar de Big Joy"

21 de set de 2008

Minha primeira 'gostosa'

Quando comentei que iria começar a cobrir o mundo da televisão, ouvi de minhas amigas:

- Quando for entrevistar um galã me chama??

E dos amigos:

- Quando for entrevistar uma gostosa me chama??

Durante os dois anos e meio que cobri tecnologia, posso afirmar com autoridade que homens e mulheres fãs de informática não costumam ser bem diagramados. Dando um gás aqui na memória, acho que de gente bonita, bonita mesmo, só entrevistei a Rita Lobo.

Mas ela é elegante, linda, tem classe. É outro nível.

Também já entrevistei a Luísa Mell, mas acho ela bem nheca. Fui bem mais com a cara do casal de labradores dela quando estive em sua casa.

Enfim, na semana passada tive a experiência de entrevistar uma "gostosa": a atriz Andréia Horta. Não conhecem? Ela está na novela Chamas da Vida, da Record!

Tá, eu sei que isso não ajuda muito.

Bem, Andréia é a protagonista da nova série da HBO, Alice. Assisti aos dois primeiros episódios da produção e fiquei impressionado com a moça. Ela é carismática, sensual, divertida, tem uma voz rouca... Não conseguia tirar os olhos dela sendo exibida na telona. Talentosa mesmo. E de uma beleza bem brasileira*.

* comentário machista: Para piorar ela é dona de um corpão (já fica nua logo de cara) e passa o tempo inteiro sem sutiã, o que revela mais dois talentos impressionantes.

Então imaginem como eu estava quando fiquei há dois cm da moça. Tentei ser sério, manter minha "aura jornalística", mas a mulher é um doce. Em um minuto começamos a conversar sobre aparelhos odontológicos e outras baboseiras do tipo.

Por ter me deixado tão à vontade, ao final da entrevista não resisti.

- Desculpa se essa pergunta é machista, mas vamos lá. Em algum momento dos 13 episódios você vai usar sutiã?
- (Risos altos) Ai, você reparou?? Por quê? Eles estão caídos??
- Não!! Ao contrário!! (segurei para não dizer que a única coisa de caído ali era o meu queixo)
- Aiiiii!!! (deu um tapa na minha coxa)
- (Risos) É parte da construção do personagem?
- Sim! Foi uma sugestão do Kharim (Aïnouz, o diretor)
- Então você vai ficar a vontade mesmo??
- (Gargalha) Olha, acho que só no terceiro episódio eu usarei sutiã. Curiosamente ele foi dirigido por uma mulher!

PS: A matéria sobre Alice saiu hoje no Estadon.

Randômico #3

Como o Filipe passou um tempão na Coréia do Sul, só ontem conseguimos gravar o terceiro podcast Randômico.

Quem coloca o seu iPod no random é a jornalista polonesa Karolina Baca. O resultado ficou muito interessante: ela só pôs artistas de seu nobre país, como a cantora Kasia Cerekwicka (foto).

Eu escolhi a primeira música que abre o programa: No Ones Better Sake, do Little Joy, projeto musical bem legal do hermano Rodrigo Amarante com o stroke Fabrizio Moretti.

Já sabem: http://randomicopodcast.wordpress.com

18 de set de 2008

No Estadon

(Na vanguarda do YouTube, não é de hoje que a MTV Brasil cria programetes curtinhos)

- De I Love Lucy a Carrie Bradshaw
(Com jeitão de almanaque, livro lista as 'mulheres-maravilha' dos seriados televisivos)

- De volta para o futuro
(Flashfowards fazem desta quarta temporada de Lost, a mais surpreendente da série)

+ Coluna TV sem TV

14 de set de 2008

Acho que eu nunca gostei de um filme baseado em um livro do qual adorei muito. No sentido de ler a obra primeiro e depois conferir a sua adaptação para a sétima arte. Creio que isso deva acontecer porque na literatura tem todo aquele lance de imaginar e, querendo ou não, o audiovisual MOSTRA e por isso MATA um pouco a imaginação.

Para vocês terem noção, não tive coragem ainda de alugar o DVD de O Amor nos Tempos do Cólera. Isso porque quando terminei o livro de Gabriel García Márquez, fiquei uns 10 minutos olhando para o teto do meu quarto pensando como tal história renderia um belíssimo filme.

Todo esse nariz-de-cera serve para dizer que ontem eu fui ver a adaptação de Fernando Meirelles para Ensaio Sobre a Cegueira. E não gostei. E odeio dizer isso porque parece que estou querendo pagar de crítico. Mas na verdade é que estou há quase 24 horas sem conseguir deixar de pensar no que assisti nesse último sábado.

O filme não é ruim. É bem filmado, os atores são bons (tirando o coreano). Mas a minha impressão é que Meirelles não soltou o filme confiante - ele mesmo diz que deseja mudá-lo toda vez que o vê. Parece que ele teve medo da pressão de filmar um livro dito infilmável e talvez devesse ter tido um pouco de ousadia e interpretasse as metáforas escritas pelo português. Não ficar tão preso em passar para a tela exatamente aquilo que Saramago escreveu, sabe?

A história é difícil, abstrata, não tem explicações mesmo. Mas, no livro, Saramago aponta uns caminhos para que a imaginação do leitor voe longe a fim de buscar explicações para a tal "cegueira branca". No filme eu não consegui refletir em nenhum momento. Fiquei curioso em saber como era a primeira edição do longa, que tinha mais narrações em off do personagem de Danny Glover. Talvez ajudasse.

[Não estou aqui defendendo filmes que façam pensar, por favor. Sou fã de blockbusters e tudo mais, mas é que Ensaio Sobre a Cegueira, para mim, tinha essa "obrigação".]

Lembro que no livro várias cenas me impressionaram. No filme, nenhuma. E não estou falando do ausência da cena do estupro coletivo, que foi atenuada na edição comercial. É no sentido de que tudo me pareceu meio retocado, fake, não querendo chocar muito e até buscando o humor - vide os cegos peladões, que fizeram a alegria da platéia.

Ainda me irritei bastante com o merchandising que correu solto e chamou muito mais atenção do que deveria. Era o novo carro da Fiat sendo exibido por todos os ângulos possíveis, a loja do Herchcovitch no meio de tantas outras quebradas e sem nome, o logo colorido da C&A resplandecendo no meio da bela fotografia branca, de luz quase etérea.

Mas valeu a tentativa, Meirelles. Pelo menos tu não ficou naquela de apenas filmar os problemas do Terceiro Mundo. Isso te deixa com bons créditos.

13 de set de 2008

36500!!!

Quando você acha que já viu de tudo nessa vida, você quebra a cara ao andar pela Avenida Paulista e se deparar com isso:

Um bonecão gritando: "MEU NOME É HAVANIR, TRINTA E SEIS QUINHENTOS!"

OBS: Se a boca se mexesse ia ser animal!

8 de set de 2008

Tem bigode?

Já que eu estou num momento saudosista e lembrei da Spice Cam, venho aqui deixar um reclame. Estava eu ontem, no Morumbi Shopping, quando dei uma olhada na vitrine de uma loja de brinquedos, cujo nome me fugiu agora (não é a Brinquedos Laura).

Nela estavam vários brinquedos das antigas. Um deles era uma versão do Cara a Cara apenas com personagens da Marvel!

Olha, eu tolero Banco Imobiliário do Bob Esponja e da Turma da Mônica, mas como funciona um Cara a Cara com personagens de quadrinhos? Fico pensando eu brincando.

- Hum. É de pedra?
- É!
- Rá! É O Coisa!
Ou...

- Hum. Você é Verde?
- Sim!
- Rá! É o Hulk!

É muito fácil!!

5 de set de 2008

A Spice Cam do CSS

Só agora pude ver com atenção o clipe de Move, do CSS. Achei bobinho, sem-graça. E essa idéia de criar movimentos a partir de fotografias é tão videoclipe de 1997... Mas o grupo é tão legal que deixou o vídeo simpático,e adorei o momento "Pára a Bola" dele (Fantasia, oi?). E a música é muito boa, diz aí!

Um detalhe me chamou a atenção em Move: a câmera Polaroid usada pela banda para fazer as fotos. Vejam:

Diferente, né? Meio rosa com roxo. Mas eu fiquei olhando para ela tentando lembrar onde já a tinha visto antes. E foi aí que minha memória trash despertou: É UMA SPICE CAM!

Tipo, vocês não sabem o que é uma Spice Cam? É a Polaroid das Spice Girls!!

Não, eu não sou viado por saber isso. Viado é o meu irmão, que em 1996 fez a família toda ir até o Guarujá para comprar de uma importadora esse treco, que vinha cheio de adesivos das cantoras para colar na câmera.

Pesquisando na web sobre o aparelho achei até a publicidade da Spice Cam.



PS: Fê, eu sei que você não é viado, mas aquela sua veneração pelas Spice Girls sempre te deixou com a maior pinta!

3 de set de 2008

Diário da Minha Barba - Dia 8

Hoje se encerra o Diário da Minha Barba, uma série que se propôs a analisar o crescimento de minha barba durante toda uma semana (na verdade seriam 10 dias, mas eu estava tão ridículo que tive de me barbear).

Essas fotos foram tiradas ontem e só consegui postá-las agora. Percebam como realmente não tenho barba alguma: meu bigode é fino, meu queixo tem falhas e nas bochechas tenho apenas alguns tufos espalhados por ela. No pescoço a situação é deprimente.

No Estadon

'Não posso ficar rica e magra?'
(entrevista com a apresentadora Rosana Hermann)

+ Coluna TV sem TV - (os vídeos da semana)

PS: Berenice, segura! Eu sei que estou devendo o último 'Diário da Minha Barba' e também meus textos do Estadinho.

1 de set de 2008

Diário da Minha Barba - Dia 7

Sério, tá duro. Essa minha barba falha tá me deixando com a cara de um integrante da Família Buscapé!

Arquivo XXX

Estava dando uma olhada no Judão e achei essa foto.


De boa, dá para entender porque o Duchoviny tá viciado em sexo. Se já não bastassem as atrizes incríveis que contracenam com ele em Californication, olha o naipe das figurantes!