29 de fev de 2004

Força, Buscapé!

E hoje tem Oscar - a grande premiação da sétima arte. Dia de ver o Zé Pequeno subir no púlpito e dizer na frente de milhões de pessoas: “Dadinho o cacete! Meu nome agora é Zé Pequeno, porra!”. Seria o sonho, um grande discurso. Tocaria o coração de nós – brasileiros.

Estarei torcendo pela turma de Fernando Meirelles. Sei que não tem lá muitas chances, mas qual o mal de uma fezinha? Sei não, mas estou confiante na categoria “Melhor Fotografia”. Já perceberam que o filme tem três fotografias diferentes? No início é um aspecto meio amarelado, depois meio azulado e no final, bem escurecido. Segundo o pessoal do filme, cada modelo de fotografia representa uma época. Genial, digamos. Também coloco uma chance em “Melhor Montagem”. Simbora, rapaziada! Nada é impossível!

Acho que o melhor filme deve ser “Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei”. Apostaria algumas moedinhas. “Encontros e Desencontros” não merece tanta pompa assim. É um filme bom e cativante, mas não para um Oscar, meus caros. Fico enraivecido com a ausência de “Peixe Grande” e “Procurando Nemo”. Esses levariam a estatueta, sem sombras de dúvida.

Já “Melhor atriz”, eu não tenho a mínima idéia. A fenomenal Charlize Theron deve levar pra casa a estatueta, segundo os críticos. Levando em conta que ela parece outra no filme, de tão feia que está, acredito que ela papa o prêmio. Lembrem que a Nicole Kidman foi à premiada nessa categoria com uma prótese de nariz que a deixou um tremendo canhão (perdoe, madame Woolf). Acho que tem que estar feia pra ganhar nessa categoria, isso, se já não for (vide Meryl Streep, que concorre desde o ano em que nasci).

“Melhor ator”, eu torço por dois: Bill Murray e Johnny Depp. Do primeiro sou fã de carteirinha, e isso já basta. Tinha até seu boneco como “Caça Fantasmas” quando brejeiro. Mas levando em conta a atuação, o segundo merece a estatueta. Johnny está impagável em “Piratas do Caribe”. Não conseguia passar um segundo sem rir de sua atuação. E acredito ser mais difícil fazer rir a chorar.

“Diretor”, vou chutar no óbvio: Peter Jackson. Torço mais pelo representante brazuca. Porém, Sofia Coppola é minha aposta. Uma mulher ganhar essa estatueta seria algo inovador, e o Oscar às vezes gosta de inovar. Uma injustiça tremenda com Jackson, mas como todos sabem, o Oscar adora ferrar com gente bacana. Não aceito o fato de Jim Carrey não ter sido indicado a “melhor ator” por “Show de Truman” e o “O Mundo de Andy” até hoje. “Moulin Rouge” perder para “Uma Mente Brilhante” também foi dose. E Sean Penn não foi agradeciado por sua magnífica atuação em “I Am Sam”. Vai lá saber o que eles reservam para esse ano.

Todo ano tem um grande perdedor. “Mestre dos Mares” receberá essa alcunha, em minha humilde opinião. Se levar um troféu, já será muito. Se eu acertar tudo isso, ou grande parte, podem me chamar de Gustavo Ewald Filho!

27 de fev de 2004

Peixe Grande


Rapaz, que filme lindo! Que fotografia, que história! Bem, como fã declarado de Tim Burton, fica difícil não elogiar algum trabalho seu. Quando ele resolve emocionar a platéia, sai de baixo! São imagens enredadas com momentos tocantes, onde de fundo é possível ouvir uma linda melodia, que aumenta um pouquinho de volume conforme o grau de emoção retratada na cena. Muitos choram, e não deviam ter vergonha. Que atire a primeira pedra que não derramou uma simples lágrima na cena final de Edward – Mãos de Tesoura? Lembram? Começa a cair uma leve neve, um lindo coral de fundo musical, e a personagem de Winona Ryder abre os braços e rodopia sem sair do lugar, sentindo a neve cair lentamente em sua face. São poucas pessoas que conseguem transmitir sentimento para uma tela, para um simples objeto. Tim Burton tem esse dom.

Assistam ao filme, e vejam a beleza das imagens, das fabulosas histórias de Edward Bloom, do sentimento que toma conta de seu filho na cena final. Às vezes, a realidade é tão monótona, que a fantasia ganha forma e vida. E nada é tão gostoso como fantasiar, contar histórias que emocionam, que jamais envelhecem.

Lembrei de meu avô em algumas cenas. Ele tinha um pouco de Edward Bloom (Ewan McGregor). Fiquei triste, alegre e tocado. Podem me chamar de maricas, ou qualquer coisa parecida. Eu prefiro a fantasia à realidade. Gosto de lembrar daqueles que fizeram parte de minha vida. Gosto de sonhar e fantasiar. Gosto de sumir - nem que seja através de algumas palavras.
Olha o auê!

Mama sempre me ensinou a arte de discutir, armar um barraco. “Gu, se algo não está certo, não aceite. Brigue pelos seus direitos”. Não, leitor. Isso não é influência do gordinho do último post. São apenas grandes ensinamentos da mamãe Miller.

Eu nunca briguei – corpo a corpo – na vida. Sempre fui pacífico. Bem, a única pessoa com quem eu brigava (e apanhava) era de meu irmão mais velho. Como ele era muito maior que eu, aprendi que brigar não é uma boa idéia: discutir é mais bacana.

Eu não tenho pavio curto, sou até "meio zen". Mas quando o caboclo desce não tenho dúvida nenhuma. Falo mais alto e solto mais palavrões do que um episódio do The Osbournes. Eu nunca ofendo a pessoa pessoalmente, a não ser que o sujeito xingue minha mãe ou meu cabelo. Daí a coisa fica feia. Sobra até para o padeiro do elemento.

Na praia, final de dezembro, estava jogando futevôlei. A armação, rede e delimitações da quadra já estavam no local quando cheguei. Chamei o pessoal do hotel e pimba! Tem brincadeira garantida. Acontece que chegou um pessoal da Universidade de Santos, botando a maior pinta, com rede profissional e tudo o que se possa imaginar.

- A gente vai arrumar a rede pra jogar mais tarde. Podem jogar na boa que ninguém atrapalha não. – disse um aluno da faculdade.

Concordamos com a idéia: qual o mau disso? E continuamos a bater nossa bolinha. Terminada a “infra-estrutura” construída pelos garotos - aquele mesmo aluno citado comentou em um tom meio irônico:

- Aí, quando vocês vão terminar a brincadeira?
- Quando terminar o set. Dê uns 10 minutos. – respondeu um senhor do meu time.

Fizeram aquele jeito de desprezo, erguendo os ombros pra cima. Pegaram sua bola e começaram e bater bola ao lado da quadra. “Acidentalmente” a bola ia parar na quadra. Ignoramos e estávamos para encerrar o jogo: 23X 21. Saque meu, obviamente. À la Giovanni, fiz um belíssimo ace.

- Cabouuu! – gritou alguém ao meu fundo.
- Falta um ponto... – respondi sem ligar
- Porra! Além de tudo você não sabe contar?! – levei no escutador de tango.

(Lembram da parte em que eu me referi ao caboclo? Ele já estava pairando sobre minha cabeça).

- E é mais burro ainda, porque um set vai a 15 pontos! – disse o criadão com a avó.

(Desceu o caboclo).

- Ô filho da mãe! Burro é você, sua anta! Faz tempo que a regra mudou. Não lê jornal, não? Eu não sei contar e você não sabe ler!

*Deixo claro que disse isso com as pernas bambas, gaguejando, suando como um condenado e rezando para um Vitor Belfort vir me proteger.

- Qual é, mano? Paulistano retardado! A praia é nossa!
- Ah, é? Cadê o documento? Traz pra mim assinado que aqui ninguém te incomoda.
- Turista folgado! Tá a fim de apanhar?
- Posso apanhar, mas daqui não arredo o pé. Principio da reciprocidade: você me xingou e também me dou ao direito.

Olhei para o lado e me toquei que estava sozinho contra dez homenzarrões. “Vou apanhar” , pensei. “E vou tomar um belo cacete pra aprender que ninguém respeita nada”, filosofei novamente. Percebi que três vinham e minha direção e já apelei para todos os orixás da vida. Até que meu “Vitor Belfort” surge.

- Vai se distanciando, moleque! Toca nele que você vai saber o que é uma confusão! – bravou uma voz furiosa vindo da calçada.

Era um pássaro? Um avião? Não: Papai Miller. Vinha acompanhando de um salva-vidas ainda por cima - ele acompanhara tudo da sacada do hotel. Dei uma risadinha de alívio e me deliciei assistindo de carteirinha aqueles idiotas levarem um pito.

No final “ganhei” a quadra, pois estava em meu direito. Deixei eles jogarem, afinal não tinha com quem jogar. Mas sai triunfante, com o ego lá em cima. Obviamente, no caminho até o hotel levei um tremendo sermão de papai. Sermão que tinha mais palavrões do que uma discussão minha e um episódio do The Osbournes.

26 de fev de 2004



Esse gordinho é o ídolo da geração contra-Bush. Desde seu famigerado discurso no Oscar, os brasileiros – assim como o resto do mundo - colocaram os holofotes sobre Michael Moore. Quem será esse desbocado sem papas na língua?

Confesso que preferi ficar em cima do muro, em relação a essa pessoa. Já tive a oportunidade de ver dois documentários de sua autoria, e estou lendo seu best-seller Stupid White Men. Levantei as mãos ao céu e agradeci por o livro não ficar apenas metendo o pau no Bush. Cara, qualquer idiota sabe citar um argumento xingando o presidente. Chamá-lo de filho da puta e idiota tornou-se pleonasmo. Não agüentava mais. Feliz, fiquei, conforme fui lendo, que Moore critica, principalmente, a sociedade americana e todas suas falcatruas políticas.

O livro é um pé no ouvido de toda a população. Somos todos iguais. Em qualquer lugar há preconceito, exploração, desigualdade... O ser humano é nojento em qualquer ponto da Terra. Com ótimas tiradas, o escritor cobra de nossa parte cidadania e conscientização. Diversas vezes ele mostra e, afirma, que uma voz não pode ser calada, que uma pessoa pode, sim, mudar muita coisa. Exemplos não faltam.

Não ponho o Michael Moore num pedestal, como muita gente faz. Respeito-o, apenas. Tudo o que ele faz não devia ser algo efêmero, único, mas sim algo que todos devemos fazer. Usar de nossos direitos e cobrá-los, clamando justiça e respeito aos cidadãos. Michael Moore demonstra ter conscientização, diferente dessa sociedade mundial alienada. O engraçado, é que essa “conscientização” garantiu a aposentadoria de seus bisnetos. Preferimos encher o bolso do cara, comprando seus livros, a ter que tentarmos mudar a situação em que vivemos – o que ele tanto pede. Acha-se engraçado o sujeito e depois se cruzam os braços, vendo o que se passa na sua frente sem dar um pio.

O livro é bom. Recomendo o capítulo “Matem Os Branquelas”.

24 de fev de 2004



Ontem, repeti o mesmo procedimento realizado ano passado: pular carnaval em Itu.

- Ué, Gustavo! Você não disse, no post anterior, que não gosta de carnaval?

Sim, é verdade. Mas o Carnaval da cidade vizinha de Sorocaba é jóia. Tudo bem que o preço é salgado (35 reais), porém nessa quantia está inclusa a consumação. Enquanto todos comemoram gritando, ansiosos para gastar 35 reais em birita, eu, sou diferente. Saio do guichê vibrando.

- Consumação de 35 reais? Vou comer que nem um porco!

Segundo meus cálculos, não consegui atingir a meta de 35 reais. Vamos lá: três águas, uma porção de coxinhas, duas Sminorff Ice e uma Sprite. Acho que nessa brincadeira saiu algo em torno de 28 a 30 reais. Ah, mas está bom.

No quesito musical, estava bem “eclético”. Desde o Pagode-KLB-CPM22 do Raça Negra, de Axé à Funk e, muito, mas muito, Ivete Sangalo. Essa cantora vive de criar hits para o Carnaval. Foi assim com “Arerê” e “Festa”. Nesse ano, a cada momento o refrão ecoava boate afora: “Poeiraaaa, poeiraaaaa”. Musiquinha chatinha pra caramba. Mas pra variar, já sei cantá-la de cor e salteado. Axé: o som do diabo.

Como todos sabem, e faço questão de ressaltar, eu não sei dançar. Samba é pior ainda, já que abaixo do umbigo eu sou quase um inválido (sem insinuações sexuais, por favor). Coordenar o pé direito com o esquerdo é tarefa para o McGyver. Como um belo paulista, sambo com os braços. Pulo mais do que pipoca na panela e pimba! Percebo que muitos seguem o mesmo estilo. Salvo as exceções, lógico. Têm aquelas morenas que brincam de liquidificador. E, caramba! Não existe nada mais sensual do que uma mulher que dança bem. Se ela sabe fazer aquele joguinho de jogar as longas madeixas para todos os lados, nós –homens- somos reduzidos a meros telespectadores de tamanha maravilha.

Para meu deleite, rolaram até algumas marchinhas. Prestes a ir ao banheiro, ouço uma deliciosa introdução ao fundo: “Euuu, fui às touradas de Madri...”. Daí vira uma festa: formam-se trenzinhos e a pista de dança lota. Panela velha é que faz comida boa, não adianta. Oxalá para as grandes marchinhas! Tudo é mais gostoso ao som das marchinhas.

Não adianta dizer que não gosto de Carnaval. Não gosto do modelo paulista, isso sim. Devo ser algum carioca enrustido, só pode ser isso. Que sinistro, mermão!

23 de fev de 2004

Vendo a banda passar

Eu sou uma vergonha ao povo brasileiro, um desaforo à cultura da terrinha: eu não gosto de carnaval. Pois é, brasileiro de carteirinha e não gosto da festa máxima do povo. Admiro a alegria daquelas pessoas, que por uma semana esquecem de tudo. “Vou dar pra quem aparecer primeiro, vou descer a cachaça goela abaixo”. É bonito isso, até resume o carnaval.

Talvez eu não tenha uma atração, porque eu, simplesmente, nunca vivenciei um carnaval de verdade. Carnaval de rua, festa popular, música rolando solta até tarde para a multidão... Isso eu conheço através de uma caixa de 29 polegadas. Na cidade em que moro, não existe carnaval de rua, para o povão. Se existe, deve ser feita por meia dúzia de folgados que pagam uma fortuna para usarem uma camiseta com o brilhante nome de seus blocos. Isso é o carnaval de rua sorocabano. Dizem que carnaval daqui, só os dos clubes. Como não sou sócio de nenhum, não tenho mínima idéia de como seja. Prefiro ficar em casa a ter que pagar uma mensalidade exorbitante para freqüentar um lugar habituado pela burguesia de Sorocaba. Neguinho tá lá, virando o whisky, porque “cerveja é coisa de pobre”.

Ano passado, saí apenas um dia. Com uns amigos fui até Itu, pertinho daqui. Foi bacana e divertido. Pena que o povo dessa região goste de valorizar o título de babacas por excelência. No andar de cima da casa noturna rolava música eletrônica. Os filhinhos de papai e filhinhas da mamãe adoraram. Música eletrônica é moderno, “samba e marchinha carnavalesca é coisa de pobre”.

Para não ser tão negativo, tem certas coisas boas do carnaval: não tenho aulas durante uma semana, por exemplo. Durmo de madrugada e acordo no horário do almoço. Isso já me deixa feliz. Não preciso de mais nada. Gosto também das marchinhas de Noel Rosa e Lamartine Babo. São deliciosas, ao contrário desses samba-enredos atuais (salvo os da gloriosa Mangueira).

Desfile de escola de samba é ótimo – pra dormir. Melhor que jogo da seleção brasileira. Os dois juntos batem qualquer Lexotan.

20 de fev de 2004

A PATOTA DE SEMPRE


Toda sala de aula tem as mesmas figurinhas carimbadas. Do primário à escola, do cursinho à faculdade. São aquelas pessoas imprencídiveis. Eis algumas:

Zequinha
Lembram do "Castelo Rá-Tim-Bum" ? Aquele pirralho xarope, que ficava perguntando tudo o que ouvia? Então, é de praxe uma sala de aula ter esse elemento. Geralmente são do sexo feminino e querem aparecer.
- Professor, por que o blá, blá, blá...
O professor odeia esse aluno, porém, como não pode mandá-lo à merda, ele explica, com má voltade, tudo direitinho. Mas bem que ele queria responder:
-Por que sim, Zequinha!

Maria Joaquina
O nome já diz tudo. A guria mais linda da classe, invejadas por elas, admirado por eles. Cútis de pêssego, nariz arrebitado e um cabelo sem um fio fora de lugar. Andam com as "Não fede nem cheira". O motivo? Elas odeiam competição. São meio lerdinhas, nunca acompanhando o que o professor está ditando.

Não fede nem cheira
No final do ano você sabe o nome de todos da classe, menos deles(as). São tímidos por excelência. Sentam nos cantos da sala, andam cabisbaixos e possuem a fala monossilábica. Os meninos geralmente ficam nas deles, já as meninas, puxam o saco da "Maria Joaquina", sonhando terem o seu lugar algum dia.

Cagão
Também conhecidos por Finch (American Pie). Comem muito - à cada intervalo assaltam à cantina. Sempre atrasam para a primeira aula ou quando uma outra se inicia. Pudera, fazem uma tremenda larica no estômago! Alguns começam a ter calafrios e esperam dar o intervalo. Já outros, saem da aula na cara dura mesmo, sempre ouvindo de seus colegas: "Vai cagão!". Gente boníssimas.

Ferris Bueller
Lembram do personagem interpretado por Matthew Broderick no filme "Curtindo A Vida Adoidado"? É o mesmo esquema: quando crianças, só usavam o caderno para fazer de suas folhas a bola de futebol da saída e, conforme vão crescendo, evoluem - no ensino médio só levavam pra escola o baralho pra jogar truco, e na faculdade, nem isso fazem, já que no barzinho da esquina tem uma bela mesa de sinuca.

Gordinha Engraçada
Amada por todos, acham tudo uma maravilha. São sarcásticas. Fazem piada de si próprias e organizam todos os eventos: desde o próximo churrasco, até aos abaixo assinados. Geralmente, não estudam, mas ficam entre as melhores alunas, perdendo apenas para a:

Sandy
São as "ovelhas negras" dos estudantes. Senta na primeira fileira e copia qualquer coisa que o professor manda. O cara espirra e ela anota em seu fichário impecável, todo decorado de adesivos. Quando tem feriado no final de semana, implora para ter aula. Algumas são bonitinhas, o que atrai e, muito, a cuecada. São apaixonadas secretamente pelos "Ferris Bueller" da vida.
- Professora, já terminei de fazer relato do livro.
- Deixa eu ver... Ok, pode passar a limpo.
- Cerrrrto.

15 minutos depois

- Professora, terminei. Tó!
- Hmmm... Faça de novo.
- Por quê?
- Porque tem que passar nessa folha que eu te dei.
- Você não me deu nada...
- É... Passa a limpo!
- puta que pariu...
- QUÊ??
- ... PISA NO FREIO, ZÉ!
- César e Paulinho?
- Opa! Caipira rules, teacher!
- ...
- ...
- Passa a limpo!

19 de fev de 2004

Salve, simpatia! Ambiente novo, rapaz! O cheiro de tinta fresca ainda está no ar! Bem, parando com as gracinhas, resolvi - finalmente - cair fora do Blogger. As razões são aquelas que todos já conhecem, principalmente depois dessa posição deles que entrará em vigor no primeiro dia do mês de março.

Eu fiquei, num certo momento, em dúvida. Troco ou não troco? Poxa, vou ter que pedir pra Bruna arrumar tudo pra mim de novo, já que sou uma anta em informática... O que devo fazer? A resposta vocês descobriram agora, obviamente. Além das novas normas do Blogger, algo fez com que eu mudasse imediatamente de servidor: um post meu sumiu. Coincidência, talvez, mas justamente fora o meu post reclamando do pessoal da Globo. Que estranho...

Mas deixemos as coisas ruins pra lá e pensemos no presente. Tudo vai continuar da mesma forma de sempre, visto que não sei fazer nada de diferente ou inovador. Mudaram um pouco as minhas informações, adicionei novas bandas, uma seção nova e deletei algo que já considerava meio chatinho.

Amanhã eu escrevo alguma besteira. Beijos no céu da boca!

OBS: Alguém sabe como arrancar aquele vestígio de propaganda do Blogspot lá em riba?
chamando, 1, 2!